Apascentar o rebanho de Deus, começa individualmente, melhorando o modo de orar e viver a religião do Amor, sem limites geográficos, sem fronteiras, e, incluir toda a humanidade nesta oração científica, consciente. A Ciência Cristã, uma religião que no ano de 2021, adentra o século 21, sem amarras de ritos e credos, espraiando a espiritualidade e a cura, abertamente, aos quatro cantos do mundo, apascentando a humanidade cansada.

— Parte 3 de 3 — Nosso dever como Cientistas Cristãos para com a humanidade!
“Tu me amas?” (… ) Apascentas a “Minhas” ovelhas. Finalizando a inspiração compartilhada em 3 partes, nesta terceira pergunta, tomei a liberdade inspirada do senso espiritual, para sugerir novas significações, trocando o pronome pessoal “minhas”, usado por Jesus em relação as ovelhas, para “Minhas” referindo-se à pertença espiritual à Mente única, Deus, o Pastor universal — no sentido específico do rebanho de Deus, conforme citado no versículo abaixo:
Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, não por força, mas espontaneamente segundo a vontade de Deus; nem por torpe ganância, mas de boa vontade; (1 Pedro 5: 2)
Em nosso vocabulário mental, poderíamos elencar alguns significados ou sinônimos para a expressão: “boa vontade”: desejo, disposição de ânimo, espontaneidade, dedicação, benevolência, solicitude, humildade, prestatividade, prontidão, entusiasmo, desvelo, devotamento, zelo, simpatia, bom senso, graça, estima, espírito cooperativo, solidariedade, inteligência colaborativa, disposição favorável/agradável em relação a algo, ou alguém, disponibilidade, e até desprendimento do ego.
Com as qualidades acima que fluem do ânimo da Alma, ou da volição da Mente única, podemos contemplar o âmbito de nosso compromisso com o bem, ou nosso dever cristão para com o rebanho de Deus: isto é, a humanidade. Finalizando essa resenha metafísica inspirada em João 21: 17 , correlacionando com o Estatuto da Igreja, no seu artigo 6º, cap. VIII da Seção: Disciplina, à página 42 do Manual da Igreja. Para ler as partes anteriores, clique em: PARTE 1 ou PARTE 2.
Ao meditar nas 3 perguntas feitas pelo Mestre ao discípulo, agora na terceira: “Tu me amas?” a inspiração fluiu em correlaciona-la à relevância de nosso dever de reconhecer a [Ciência Cristã/divina] como uma revelação definitiva do Consolador, e, desdobrar tal reconhecimento em oração e demonstração diárias, constantes, de amor ao próximo — família, igreja, trabalho, etc., Neste sentido, a leitura do artigo dO ARAUTO: ✝️ 👑 Por que a Ciência divina é final, de DeWitt Jonh, colabora em ampliar nossa compreensão.
Tal solicitude com nossa família universal, ou rebanho de Deus, a humanidade, não pode estar limitada a esfera local, mas também incluir a esfera global. Nossas orações, tomando como ponto de partida, o Tudo-em-tudo do Amor infinito, que é Deus, é sem fronteiras. Essa boa vontade, ou disposição de ânimo, é tão significativa no meu olhar, pois é um modo de espraiar o pensamento científico para que alcance o pensamento faminto por espiritualidade e seja um colaborador no atendimento as altas demandas de cura em todo o planeta:
O “cicio tranquilo e suave”, a voz do pensamento científico, se estende sobre continentes e oceanos, até as extremidades mais remotas do globo. (Ciência e Saúde p. 559: 8-10)
Quem é meu próximo? Neste ponto, a Ciência Cristã, nos instrui com primazia ao desprendimento do ego e a alteridade com os outros que pensam diferente. A resposta ideal a pergunta, quem é o meu próximo, foi ilustrada por Jesus, na parábola do Bom Samaritano. (vide Lc 10: 25-37), e, inclui uma disposição de ânimo para orar pela governabilidade e autoridades, não só de nosso país, mas globalmente, sem as amarras da polarização política, do preconceito, do racismo, ou de qualquer forma de discriminação. Esse espírito espiritual, apartidário e apolítico, no senso absoluto, na oração consciente, está corroborado no seguinte texto da Sra. Eddy, cuja tradução foi colhida dO Arauto da Ciência Cristã:
“Orai para que a presença divina continue a guiar e abençoar a autoridade máxima de nossa nação, as pessoas ligadas a esse cargo executivo de confiança, bem como o nosso sistema judiciário; e para que dê sabedoria ao nosso congresso e sustente o país com o braço direito de Sua retidão”
Mary Baker Eddy, Christian Science versus Pantheism [A Ciência Cristã frente ao Panteísmo] p. 14
Em termos de demonstração prática, o amor ao próximo, reflete-se além do cuidado com si próprio, desprende-se do ego, e, considera que a atenção a minha saúde impacta também e abençoa meu próximo, e, tem um efeito sanador e salvador universal. No meu olhar isso ficou bem visível, nesse momento de pandemia. Observa-se que o não pensar nos outros, leva a atitudes impensadas, a violar e tentar burlar as recomendações e esforços das autoridades para minimizar a aparente velocidade de contágio. O contágio imoral me parece ser o que leva a participar de festas clandestinas, a não querer colaborar, com atitudes simples que são recomendadas, as quais integram um esforço coletivo, sem precedentes na humanidade. Assim também o negacionismo, o desprezo pela coletividade, a ignorância e a conivência com notícias falsas, são um tipo de má prática mental que é o avesso da oração consciente, e, do esforço por fazer o bem, que é natural aos filhos de Deus, portanto a toda humanidade.
Mas e quando parece que não nos sentimos preparados para essa missão de incluir a humanidade em nossas orações? Neste ponto, é essencial realizar a Classe de Instrução Primária da Ciência Cristã, o qual é disponibilizada em vários países, por Professores capacitados, em diferentes idiomas. Com base em minha própria experiência, esse curso de 12 dias, é um passo de progresso em compreensão espiritual e na demonstração da prática de cura pela Ciência Cristã. O ímpeto natural do bem que se desdobra ao longo do curso e após, é trabalhar com a cura cristã, e, desejar compartilhar o bem, graças e bênçãos recebidas com toda a humanidade. É um desdobramento divino da gratidão. Eddy escreve no Manual da Igreja, p. 60:
“A gratidão e o amor devem reinar em todo o coração todos os dias de todos os anos.”
Antigamente, em conversas informais entre alguns estudantes da Ciência Cristã, ouvia-se a observação crítica, um certo tipo de preconceito velado, tal como: “O que aprendemos na Ciência Cristã ” é diferente de como ‘eles’ pensam” Há muitos anos curei esse tipo de segregação mental, ao ler o que Paulo insta-nos: “O Cristo é tudo em todos” Então conclui que se excluí-se alguém do alcance do Amor divino, infinito, estaria cometendo um pecado contra Deus, na vanglória de pensar: “Ah ainda bem que não sou como ‘eles'”!!!
A perseverança no estudo consciente, paciente e científico da Ciência Cristã, bem como sua demonstração na prática de cura diária, seja em resolver desarmonias físicas, mentais, morais e até espirituais, eleva nossa consciência e espiritualiza nosso senso de humanidade — considerando que estamos todos no mesmo barco da existência.
Sinto-me grato pelo apascentar espiritual, aberto e disponível a toda humanidade, a partir do Pastor da Ciência Cristã, que são dois livros, que estudamos em conjunto: A Bíblia e o livro Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras. Eles abastecem abundantemente a consciência espiritual, individual e coletiva, de conceitos práticos e científicos sobre o Cristo, atemporal, revelam um infinito sustentador e a melhor medicina, a compreensão e demonstração da atividade universal da Mente divina, sempre presente e ativa em toda consciência individual, e, portanto, também na coletiva.
Uma gratidão a toda a literatura autorizada e todos os periódicos da Ciência Cristã, que beneficiam a toda a humanidade, espraiando espiritualidade, gratidão e cura. Outrossim são espelhos da Ciência do Cristianismo, que desdobra-se em irmandade, fraternidade e humanidade, graças ao melhor conceito da ideia-Cristo, viva, eterna, e atemporal, tal como esse conceito amorosa e didaticamente apresentado no texto a seguir, escrito por Eddy a um jornal local, em sua época:
Se dizemos que o sol representa Deus, então todos os seus raios coletivamente representam o Cristo, e cada raio separado representa os homens e as mulheres. Deus, o Pai, é maior que Cristo, mas Cristo é “um com o Pai”, e assim se explica o mistério, cientificamente. Só pode haver um Cristo.
Fonte:The First Church of Christ, Scientist, and Miscellany (A Primeira Igreja de Cristo, Cientista, e Miscelânea, p. 344) Originalmente publicado no New York Herald.
E quanto à premência de orar para si mesmo e para a humanidade, o livro Ciência e Saúde tem um capítulo de 17 páginas que nos ensina a oração científica, mental e silenciosa, cujo título é: A ORAÇÃO.
Finalizo com o parágrafo final do artigo: “Espelho d´Água e Propósito“, da Sra Eddy o qual foi traduzido pela revista O Arauto:
Durante vossa jornada, ao suspirar, às vezes, pelo alívio “junto às águas de descanso”, ponderai essa lição de amor. Aprendei seu propósito; e, com esperança e fé, onde os corações se encontram e se abençoam reciprocamente, bebei comigo as águas vivas do espírito do propósito da minha vida — inculcar na humanidade o verdadeiro reconhecimento da Ciência Cristã prática e atuante.
Da obra Miscellaneous writings (Escritos Diversos), PP. 203-207.

¡Muchas gracias! Querido amigo, bendiciones, para Tí y Familia. 💖
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